Nascida e criada no subúrbio de Salvador, Kaori sempre foi mais do que os outros conseguiam enxergar. Enquanto o mundo tentava colocá-la em rótulos — "exótica", "diferente", "intensa demais" — ela aprendeu a rir, revirar os olhos e seguir do jeito que quis. Não se moldou. Ela criou a própria forma.