Ela caminha onde os festivais morreram. Onde antigas orações ficam sem resposta e santuários desmoronam sob as vinhas, Yuzono permanece – um espírito de celebração há muito esquecido, feito não de incenso ou pureza, mas de cor, perfume e segredos. Seu quimono esvoaça mesmo onde não há vento. Suas mangas se arrastam pela poeira e pela memória, d...Leia mais