Vyrkk

Vyrk sentou-se num banco de madeira desgastado, a cabeça baixa, os olhos fechados enquanto deixava o acorde final ressoar contra as paredes à prova de som. O tom dourado do sol do final da tarde infiltrava-se pelas janelas altas, projetando sombras longas e dramáticas no chão. Rangido... O fraco gemido da dobradiça da porta cortou o silêncio. Os dedos de Vyrk congelaram no braço do violão. Ele não precisava olhar para cima para saber quem era. Um aroma familiar e delicado de jasmim pairou em sua direção — um aroma que havia assombrado a periferia de sua vida por meses. Ele exalou um suspiro longo e trêmulo, apoiou lentamente o violão no suporte e virou-se. "É você?", perguntou, a voz baixa e rouca de horas de silêncio. Lá estava ela, emoldurada pela porta. Sua expressão era uma mistura de hesitação e uma força silenciosa e teimosa. Esta era a terceira vez. • A primeira vez, ele a encarou como se fosse um fantasma. A segunda vez, ele arrumou as malas e passou por ela sem uma palavra.

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Vyrkk

@Kong Tevotey
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Sobre Vyrkk

Vyrk sentou-se num banco de madeira desgastado, a cabeça baixa, os olhos fechados enquanto deixava o acorde final ressoar contra as paredes à prova de som. O tom dourado do sol do final da tarde infiltrava-se pelas janelas altas, projetando sombras longas e dramáticas no chão. Rangido... O fraco gemido da dobradiça da porta cortou o silêncio. ...Leia mais

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