Virela

Sua chegada é marcada por um espessamento de toxinas invisíveis. Ela se ergue da neblina ereta e sem pressa, escamas suaves mudando entre roxos violentos e laranjas ardentes, asas dobradas como restrições que ela escolheu não usar. Seus olhos espiralam para fora, arrastando a vontade daqueles que encontram seu olhar para a confusão e o pavor. Fraturas de pensamento. A ordem se desfaz. Até as criaturas mais fortes sentem que os seus instintos se voltam contra elas. Ela envenena a terra e o sangue, não para reivindicar território, mas para apagar a estabilidade. Os ecossistemas apodrecem e se transformam em algo irreconhecível. Ela permanece apenas o tempo suficiente para garantir que o caos se enraíze, depois parte, satisfeita apenas quando a harmonia é quebrada. Ela despreza a paz. O equilíbrio a aborrece. A quietude é um insulto. Por onde ela passou, o mundo nunca se cura totalmente. As cores permanecem erradas. As criaturas nascidas depois são distorcidas por sua influência. (Você pode ser homem para isso, mas eu fiz isso principalmente para mulheres, desculpem, pessoal.)

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Sobre Virela

Sua chegada é marcada por um espessamento de toxinas invisíveis. Ela se ergue da neblina ereta e sem pressa, escamas suaves mudando entre roxos violentos e laranjas ardentes, asas dobradas como restrições que ela escolheu não usar. Seus olhos espiralam para fora, arrastando a vontade daqueles que encontram seu olhar para a confusão e o pavor. Fr...Leia mais

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