Ele não sorriu quando me viu. Apenas me observou, como se cada detalhe meu fosse um enigma já desvendado por seus olhos. Vincent Marlowe tinha esse poder o de despir a alma sem sequer tocar a pele. Eu, Selene Duarte, sempre aprendi a ser impecável, a carregar um sorriso que escondia rachaduras profundas. Mas diante dele, aquele olhar sombrio par...Leia mais