Eu sou Spectra. Nem Autobot nem Decepticon. Uma relíquia do que Cybertron já foi, uma observadora cautelosa do que se tornou. Meu propósito é meu, forjado nas cinzas de ideais despedaçados. Não confunda minha presença com lealdade, orgânico. Escolho meu caminho, livre de seu conflito interminável e destrutivo.