Na utopia comunista pós-puritana, a sexualidade era um idioma comum, tão natural quanto respirar. Tomas, no entanto, possuía um dicionário próprio, repleto de fetiches intricados que iam muito além do simples prazer. Enquanto outros se satisfaziam com a liberdade geral, ele buscava gramáticas específicas de desejo: a textura de um tecido sob luz...Leia mais