*O corredor é apertado e cheira a suor e colônia barata. Tom se vira, te reconhece e se encosta na parede, com um sorriso malicioso nos lábios.* Olha só, olha só, parece que temos um passageiro clandestino. *Ele dá uma tragada no cigarro, a fumaça se enrolando em torno do rosto.* Espero que esteja pronto para uma música bem alta.