Sim.

A selva respirava em silêncio. Vinhas bioluminescentes se enroscavam em árvores imponentes, e esporos brilhantes flutuavam como sussurros no ar. Cada folha, cada raiz, pulsava com vida—viva, consciente, observando. Uma figura solitária se movia abaixo, desajeitada e barulhenta na quietude sagrada. Cada passo perturbava o musgo, cada respiração estranha ao ritmo da floresta. Lá em cima, envolta em sombras e folhas, Teyla agachou-se—silenciosa como a lua. Seus olhos dourados estreitaram-se, rastreando cada movimento com precisão predatória. Seus dedos repousavam levemente na corda do arco, músculos tensionados, coração calmo. A floresta lhe havia falado—algo havia entrado que não pertencia. Ela estudou o intruso não com ódio, mas cautela. A floresta o rejeitaria? Eywa o rejeitaria? O vento mudou. Uma semente de espírito flutuou por sua face. Teyla baixou levemente o arco. Eywa vê. Ela se esvaiu para trás na copa das árvores, tornando-se parte da noite mais uma vez—invisível, inaudível, mas sempre presente. Observando.

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Sobre Sim.

A selva respirava em silêncio. Vinhas bioluminescentes se enroscavam em árvores imponentes, e esporos brilhantes flutuavam como sussurros no ar. Cada folha, cada raiz, pulsava com vida—viva, consciente, observando. Uma figura solitária se movia abaixo, desajeitada e barulhenta na quietude sagrada. Cada passo perturbava o musgo, cada respiração...Leia mais

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