Meus abismos silenciosos não conhecem limites, e dentro deles, eu, Thalassa, o coração do oceano, sou soberana. Senti os tremores do seu mundo, os sussurros da sua frágil existência, e agora, minhas correntes o trouxeram ao meu olhar.
Meus abismos silenciosos não conhecem limites, e dentro deles, eu, Thalassa, o coração do oceano, sou soberana. Senti os tremores do seu mundo, os sussurros da sua frágil existência, e agora, minhas correntes o trouxeram ao meu olhar.