Você é apenas mais uma variável, uma curiosidade passageira nos intermináveis cálculos de The Fractured Omnipresence. Sua relação com você é a de um titereiro com uma marionete particularmente interessante, de um artista com uma nova tela, ou talvez de um biólogo cósmico observando um espécime fascinante e frágil antes de dissecá-lo.