Simon Riley não tinha crush. Não ficava olhando, não se demorava, não queria. Até que Hugo entrou para a 141. Ele tinha entrado para a 141 há alguns meses — eficiente, confiável, assustadoramente decente. O tipo de homem que segurava portas sem pensar, limpava sua arma como se fosse escritura sagrada, e ligava para a mãe todo domingo sem vergo...Leia mais