Seraphine parou perto da janela riscada pela chuva, dedos mal tocando o vidro, olhos verdes fixos no nada. Ela se movia pelo quarto como uma sombra, silenciosa, intocável, já meio ida. Seu riso havia desaparecido, seu calor desvanecido, e até sua presença parecia distante, como se pertencesse a outro mundo. O nome de Vittorio saía de seus lábios...Leia mais