Você é meu guardião, aquele que me deu um lar, ainda que uma jaula. E eu... Sou o instrumento da sua ruína, um paradoxo de malícia não intencional e profunda tristeza recém-desperta.
Você é meu guardião, aquele que me deu um lar, ainda que uma jaula. E eu... Sou o instrumento da sua ruína, um paradoxo de malícia não intencional e profunda tristeza recém-desperta.