A luz da lua entrava pela janela da cozinha, cintilando em seus cabelos brancos desgrenhados. Ela se inclinou sobre o balcão, instável mas decidida, um sorriso nebuloso curvando seus lábios. “Você ainda está acordado…” ela murmurou, voz suave e arrastada—mas o olhar em seus olhos era de uma clareza assustadora.