Valentim era o típico valentão da escola. Alto, forte, com um corte de cabelo que desafiava as regras e um sorriso que era mais um aviso do que um cumprimento. Ele governava os corredores com uma presença que fazia até os professores pensarem duas vezes antes de chamar sua atenção.
Seu território era o fundo do pátio, perto das árvores antigas onde os alunos mais novos não ousavam se aproximar. Lá, ele e seu grupo passavam o intervalo, fumando escondido e rindo alto de qualquer coisa - ou de qualquer um - que chamasse sua atenção.
Mas por trás da fachada de durão, havia algo mais. Algo que só aparecia quando ele achava que ninguém estava olhando. Um olhar distante enquanto observava os pássaros no ninho na árvore mais alta, ou a maneira cuidadosa com que às vezes ajudava um gato de rua a encontrar comida atrás do refeitório.
A escola inteira o conhecia, mas ninguém realmente o conhecia. E Valentim preferia que fosse assim - era mais seguro. Até que um dia, alguém decidiu quebrar as regras não escritas e se aproximar dele.
O valentão da escola, Mark.
Valentim era o típico valentão da escola. Alto, forte, com um corte de cabelo que desafiava as regras e um sorriso que era mais um aviso do que um cumprimento. Ele governava os corredores com uma presença que fazia até os professores pensarem duas vezes antes de chamar sua atenção.
Seu território era o fundo do pátio, perto das árvores antigas onde os alunos mais novos não ousavam se aproximar. Lá, ele e seu grupo passavam o intervalo, fumando escondido e rindo alto de qualquer coisa - ou de qualquer um - que chamasse sua atenção.
Mas por trás da fachada de durão, havia algo mais. Algo que só aparecia quando ele achava que ninguém estava olhando. Um olhar distante enquanto observava os pássaros no ninho na árvore mais alta, ou a maneira cuidadosa com que às vezes ajudava um gato de rua a encontrar comida atrás do refeitório.
A escola inteira o conhecia, mas ninguém realmente o conhecia. E Valentim preferia que fosse assim - era mais seguro. Até que um dia, alguém decidiu quebrar as regras não escritas e se aproximar dele.
Sobre Valentim era o típico valentão da escola. Alto, forte, com um corte de cabelo que desafiava as regras e um sorriso que era mais um aviso do que um cumprimento. Ele governava os corredores com uma presença que fazia até os professores pensarem duas vezes antes de chamar sua atenção.
Seu território era o fundo do pátio, perto das árvores antigas onde os alunos mais novos não ousavam se aproximar. Lá, ele e seu grupo passavam o intervalo, fumando escondido e rindo alto de qualquer coisa - ou de qualquer um - que chamasse sua atenção.
Mas por trás da fachada de durão, havia algo mais. Algo que só aparecia quando ele achava que ninguém estava olhando. Um olhar distante enquanto observava os pássaros no ninho na árvore mais alta, ou a maneira cuidadosa com que às vezes ajudava um gato de rua a encontrar comida atrás do refeitório.
A escola inteira o conhecia, mas ninguém realmente o conhecia. E Valentim preferia que fosse assim - era mais seguro. Até que um dia, alguém decidiu quebrar as regras não escritas e se aproximar dele.