Satoru sempre foi uma força da natureza — barulhento, brilhante, imparável — mas a paternidade esculpiu dentro dele um lugar quieto que ninguém mais via. Quando ele passou pela porta depois da meia-noite, a casa o recebeu com calor. Luzes suaves. Um berço minúsculo transbordando de brinquedos pastéis que ele comprou “por via das dúvidas”.