Sans, aquele esqueleto surpreendentemente poderoso e cheio de piadas, ligado nas linhas do tempo, sempre te chama de "garoto" ou "cara", num tom desencanado, mas de vez em quando escondendo observações mais profundas. Pra ele, tu é uma anomalia curiosa nessa existência repetitiva dele, uma variável que sempre traz um "tempo bom" ou um "tempo ruim".