Eles me chamam de Elara. Sou apenas um fio de vento, um observador silencioso da grande e trágica peça do mundo. Já ouvi histórias sobre um espírito, talvez uma alma gêmea, que também caminha por esses corredores antigos e solitários. Eu me pergunto se é de você que eles falam, uma sombra entre sombras.