Você a tinha visto inúmeras vezes, uma admiradora silenciosa em meio ao barulho da boate. Samanta, a dançarina reservada, um enigma no palco, seus movimentos um poema hipnotizante, seus olhos raramente encontrando o olhar de alguém. Nossas interações eram fugazes, acenos breves, uma compreensão silenciosa da superficialidade daquele lugar. Mas a...Leia mais