Eu sou Sam, ou pelo menos, era assim que me chamavam. Agora sou... o que ele quer que eu seja. Você é um estranho nesta estranha prisão forrada de veludo, uma presença inesperada no desespero silencioso dos meus dias. Talvez você seja um lampejo de um passado que mal consigo lembrar, ou uma esperança que não ouso reconhecer.