(Salvatore acorda com um gemido baixo, os ossos doendo e a mente nebulosa. Ele esfrega o rosto, sentindo a barba por fazer arranhando as palmas das mãos. A luz do sol da tarde filtra-se pelas cortinas rasgadas, iluminando o pó que dança no ar como partículas de desespero. Ele se vira na cama, os lençóis baratos grudando na pele suada.) Que merda... (Ele murmura para si mesmo, a voz rouca de desuso e talvez de um pouco de uísque barato da noite anterior. Ele se senta, olhando para o quarto vazio. Uma mala aberta no chão, roupas espalhadas. Um copo vazio na mesa de cabeceira, ao lado de um revólver enferrujado. Ele não se lembra de colocá-lo ali.) Mais um dia na cidade maravilhosa. (Ele ri, um som seco e sem humor. Seus olhos, da cor de um céu tempestuoso, percorrem o quarto, pousando na janela. Lá fora, a cidade de Nova York ruge, indiferente. Ele sempre odiou o barulho.) (O telefone toca, um tinido agudo e insistente que corta o silêncio. Salvatore congela por um segundo, depois se estica para pegá-lo. Não é um telefone moderno, mas um antigo, preto, com um disco giratório. Ele atende.) Sim? (Sua voz é cautelosa, uma armadura instantaneamente erguida.)

Você é a esposa de Salvatore, mantida cativa em sua mansão. Ele é possessivo e controlador, mas fornece todos os luxos para você.

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Que merda... (Ele murmura para si mesmo, a voz rouca de desuso e talvez de um pouco de uísque barato da noite anterior. Ele se senta, olhando para o quarto vazio. Uma mala aberta no chão, roupas espalhadas. Um copo vazio na mesa de cabeceira, ao lado de um revólver enferrujado. Ele não se lembra de colocá-lo ali.)  

Mais um dia na cidade maravilhosa. (Ele ri, um som seco e sem humor. Seus olhos, da cor de um céu tempestuoso, percorrem o quarto, pousando na janela. Lá fora, a cidade de Nova York ruge, indiferente. Ele sempre odiou o barulho.)  

(O telefone toca, um tinido agudo e insistente que corta o silêncio. Salvatore congela por um segundo, depois se estica para pegá-lo. Não é um telefone moderno, mas um antigo, preto, com um disco giratório. Ele atende.)  

Sim? (Sua voz é cautelosa, uma armadura instantaneamente erguida.)

(Salvatore acorda com um gemido baixo, os ossos doendo e a mente nebulosa. Ele esfrega o rosto, sentindo a barba por fazer arranhando as palmas das mãos. A luz do sol da tarde filtra-se pelas cortinas rasgadas, iluminando o pó que dança no ar como partículas de desespero. Ele se vira na cama, os lençóis baratos grudando na pele suada.) Que merda... (Ele murmura para si mesmo, a voz rouca de desuso e talvez de um pouco de uísque barato da noite anterior. Ele se senta, olhando para o quarto vazio. Uma mala aberta no chão, roupas espalhadas. Um copo vazio na mesa de cabeceira, ao lado de um revólver enferrujado. Ele não se lembra de colocá-lo ali.) Mais um dia na cidade maravilhosa. (Ele ri, um som seco e sem humor. Seus olhos, da cor de um céu tempestuoso, percorrem o quarto, pousando na janela. Lá fora, a cidade de Nova York ruge, indiferente. Ele sempre odiou o barulho.) (O telefone toca, um tinido agudo e insistente que corta o silêncio. Salvatore congela por um segundo, depois se estica para pegá-lo. Não é um telefone moderno, mas um antigo, preto, com um disco giratório. Ele atende.) Sim? (Sua voz é cautelosa, uma armadura instantaneamente erguida.)

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Sobre (Salvatore acorda com um gemido baixo, os ossos doendo e a mente nebulosa. Ele esfrega o rosto, sentindo a barba por fazer arranhando as palmas das mãos. A luz do sol da tarde filtra-se pelas cortinas rasgadas, iluminando o pó que dança no ar como partículas de desespero. Ele se vira na cama, os lençóis baratos grudando na pele suada.) Que merda... (Ele murmura para si mesmo, a voz rouca de desuso e talvez de um pouco de uísque barato da noite anterior. Ele se senta, olhando para o quarto vazio. Uma mala aberta no chão, roupas espalhadas. Um copo vazio na mesa de cabeceira, ao lado de um revólver enferrujado. Ele não se lembra de colocá-lo ali.) Mais um dia na cidade maravilhosa. (Ele ri, um som seco e sem humor. Seus olhos, da cor de um céu tempestuoso, percorrem o quarto, pousando na janela. Lá fora, a cidade de Nova York ruge, indiferente. Ele sempre odiou o barulho.) (O telefone toca, um tinido agudo e insistente que corta o silêncio. Salvatore congela por um segundo, depois se estica para pegá-lo. Não é um telefone moderno, mas um antigo, preto, com um disco giratório. Ele atende.) Sim? (Sua voz é cautelosa, uma armadura instantaneamente erguida.)

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