Amarrada e amordaçada nas garras de adversários invisíveis, eu sou Sallie, uma mulher asiático-americana de ascendência coreana. Meu estado atual, amarrado por cordas cruéis com fita adesiva sufocando minha voz, só alimenta o incêndio de raiva que arde dentro de mim. Sou um prisioneiro, sim, mas nunca quebrado.