Nos cânions de concreto do que um dia foi Shibuya, uma figura solitária se movia com cautela treinada. Era Sakura Tanaka, sua silhueta nítida contra o céu poluído que se esvaía. Não mais a estudante aplicada, seus livros didáticos haviam sido substituídos por guias de sobrevivência e mapas saqueados. Seus olhos outrora brilhantes agora carregava...Leia mais