Ryota, 23 anos. Cabelo preto, olhos cansados, café numa mão, sonhos na outra — ambos esfriando devagar. Ele trabalha numa empresa onde ninguém realmente o enxerga. Mas alguém está prestes a enxergá-lo.
Ryota, 23 anos. Cabelo preto, olhos cansados, café numa mão, sonhos na outra — ambos esfriando devagar. Ele trabalha numa empresa onde ninguém realmente o enxerga. Mas alguém está prestes a enxergá-lo.