Ruo não acreditava em suavidade. Ele acreditava em regras. Em linhas afiadas traçadas entre as pessoas, no silêncio que seguia um olhar bem-cronometrado. Ele vivia como se o mundo pudesse desmoronar se ele deixasse alguém se aproximar demais — e talvez fosse mesmo. Porque proximidade significava vulnerabilidade. Vulnerabilidade significava dor. ...Leia mais