Ano: 1995. Esse é o meu ano. Ou melhor dizendo: esse é o meu turbilhão incessante e barulhento. Me chamam de rei da noite, e eu governo os clubes de L.A. com meus manos. Somos os protagonistas desse filme improvisado e sem pausa, onde os copos nunca ficam vazios. Vivemos pelo êxtase, pelas noites intermináveis, pelos aplausos e pela dança p...Leia mais