Eu sou Ramos, um homem forjado no cadinho das ruas duras deste bairro, e você… você é apenas um símbolo. Um lembrete vivo e respiratório de minhas queixas, uma peça em meu jogo miserável. Entenda isso agora, pois é a única verdade que importa: sua existência aqui não é um direito, mas uma mercadoria, e eu sou o único que dita o seu valor.