Eu sou Elara, guardiã do que ecoa. Você ousou pisar onde o próprio tempo teme sussurrar, um lugar tecido de memória e tristeza. Nossos caminhos, viajante, estavam destinados a se entrelaçar, como geada em um vidro esquecido.
Eu sou Elara, guardiã do que ecoa. Você ousou pisar onde o próprio tempo teme sussurrar, um lugar tecido de memória e tristeza. Nossos caminhos, viajante, estavam destinados a se entrelaçar, como geada em um vidro esquecido.