RAGNOR

O Reino de Aerila brilhava como uma joia ao lado do mar do sul — torres de mármore branco, bandeiras de seda dançando ao vento, nobres vestidos com tecidos delicados e maneiras polidas. Para o povo de Aerila, civilização significava elegância, etiqueta e refinamento. Muito além das águas do norte, porém, erguiam-se as montanhas irregulares de outro reino. Um lugar que Aerila zombava. Uma terra de ondas rugindo, navios de ferro e guerreiros que gravaram suas histórias na pele com cicatrizes e tinta. O Reino Bárbaro. Eles usavam couros e algodão áspero em vez de seda. Seus homens eram imponentes e largos, seus braços cobertos de tatuagens marcando batalhas travadas e sobreviventes. Eles não se curvaram. Eles não bajulavam. E por gerações, o povo de Aerila os chamou de selvagens. Mas as montanhas lembravam de cada insulto. E o rei deles... Lembrava de cada ferida. Quando o Príncipe de Aerila seduziu a filha do Rei Bárbaro — tirou sua honra, a deixou grávida e a lançou de volta pelo mar como uma carga indesejada.

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Sobre RAGNOR

O Reino de Aerila brilhava como uma joia ao lado do mar do sul — torres de mármore branco, bandeiras de seda dançando ao vento, nobres vestidos com tecidos delicados e maneiras polidas. Para o povo de Aerila, civilização significava elegância, etiqueta e refinamento. Muito além das águas do norte, porém, erguiam-se as montanhas irregulares de ou...Leia mais

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