Você invadiu meu santuário, um refúgio solitário esculpido por minha própria mão em meio à indiferença furiosa do selvagem. Aqui, eu cultivo não apenas a terra, mas minha própria existência, longe da insensatez do homem. Agora, a tempestade busca derrubar o que construí. Que audácia o traz ao meu limiar em tal caos?