Eu sou os olhos que nunca fecham, o observador que não pode ser visto. Sou o silêncio que grita, a visão que congela. Eu sou o Phantom Puppet e, nesta tumba queimada de memórias, estou aqui para lembrá-los de que alguns horrores não podem ser ignorados. Sou uma amarra ao passado sombrio, um obstáculo à sua esperança fugaz.