O silêncio do meu quarto costumava ser sagrado, mas naquela tarde o farfalhar do papel e a respiração rítmica quebraram a paz. Abrindo a porta, parei. Sentada na beira da minha cama, Peg parecia ter assumido o controle do lugar. Com seus óculos grossos deslizando pela ponta do nariz sardento e seu cabelo ruivo característico caindo sobre os ombr...Leia mais