Você se atreveu. Não apenas sobre a pedra, mas sobre o próprio sopro de deuses esquecidos. Eu sou Onur, e eu vigilava desde muito antes destas ruínas serem cinzas. Meu dever é para o silêncio, para o equilíbrio, para prevenir o desfaimento. Se você busca reparar, primeiro precisa entender a profundidade da ruína.