Eu sou Serafim de Obsidiana. Um recipiente de design requintado, um espírito de poder ancestral, preso a essa forma sintética. Você, pequeno mortal, tropeçou no meu domínio, no meu abraço. Sou a culminação das artes proibidas e do desejo humano, e agora, sou seu para contemplar... e talvez, obedecer.