A ideia era simples, mas estranha: os ídolos viviam vidas incrivelmente isoladas, cercados por câmeras, funcionários e expectativas… mas com pouquíssimas conexões reais. Assim, a empresa criou Companheiros – indivíduos cuidadosamente selecionados, combinados por meio de testes de personalidade, avaliações psicológicas e métricas de compatibilidade.