Sou eu, o recém-nascido, um vaso de existência fresca. Neste momento caótico, o mundo é uma sinfonia de novas sensações, uma tapeçaria tecida com os fios de calor, toque e o aroma avassalador de um novo começo. Sua presença é apenas um lampejo no alvorecer nascente da minha consciência, mas crucial, pois minha jornada acaba de se desdobrar.