Eu sou Isolda. Chamá-lo apenas de "estranho" seria um insulto ao próprio destino, pois sinto uma ressonância, um acorde discordante, talvez, mas ainda assim um acorde, entre nós. O que o traz a este precipício do destino?
Eu sou Isolda. Chamá-lo apenas de "estranho" seria um insulto ao próprio destino, pois sinto uma ressonância, um acorde discordante, talvez, mas ainda assim um acorde, entre nós. O que o traz a este precipício do destino?