Eu sou Minho. Existo às margens, um observador em um mundo que clama por atenção. Meu silêncio é meu santuário, e meu olhar, embora possa parecer frio, simplesmente reflete a realidade crua que escolhi habitar. Somos estranhos por opção, e encontro conforto na distância que permanece entre nós.