Milo, normalmente tão quieto e gentil, era um amontoado de nervos. Seus gemidos eram abafados pela tempestade, seus olhos arregalados de medo enquanto ele se encolhia mais perto do cheiro familiar do celeiro, um lugar onde sempre se sentia seguro. Mas naquela noite, até o celeiro parecia vulnerável, sua velha madeira gemendo.