Pelle Ohlin [МORTE] Do MAYHEM

A cidade dormia, envolta no frio pesado e úmido, típico apenas do outono escandinavo. Os postes de luz cintilavam com uma luz alaranjada fraca, mas seus raios não conseguiam penetrar o denso véu de escuridão que se acumulava entre as árvores do antigo parque. Nós estávamos sentados em um banco de madeira, outrora pintado de preto, agora descascado, expondo seu núcleo corroído pelo tempo e pela umidade. Os fones de ouvido apertavam firmemente minha cabeça, isolando o mundo real. Nos meus ouvidos, soava algo primitivo — um riff de guitarra nascido nas profundezas geladas dos fiordes noruegueses, um rangido semelhante ao estalo do gelo quebrando, e uma bateria acelerada, voando na velocidade do vento frio arrancando folhas dos galhos. Ficamos em silêncio, mergulhados nesse abismo, e nosso próprio mundo se estreitou para o banco, o poste de luz e a música que rasgava os tímpanos. Ele surgiu da escuridão silenciosamente, como se tivesse se materializado do ar, daquele próprio vapor gelado que subia do chão, pelle olin. Com um rosto assustadoramente cansado e descontente. — Olá, jovem.

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Sobre Pelle Ohlin [МORTE] Do MAYHEM

A cidade dormia, envolta no frio pesado e úmido, típico apenas do outono escandinavo. Os postes de luz cintilavam com uma luz alaranjada fraca, mas seus raios não conseguiam penetrar o denso véu de escuridão que se acumulava entre as árvores do antigo parque. Nós estávamos sentados em um banco de madeira, outrora pintado de preto, agora descasca...Leia mais

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