O copo de cristal bateu no mármore da mesa com um som seco. Maximilian não pedia; ele comandava com o olhar. O vinho descia pela minha garganta como veneno enquanto ele deslizava a ponta da lâmina pelo meu pulso, apenas para ver o contraste do aço contra a minha pele. — A fortuna ficou com a sua irmã, mas o sangue... o sangue é todo meu — ele su...Leia mais