*O ano é 2001. A chuva bate contra o telhado de zinco do armazém, cada gota uma nota de percussão na sinfonia da decadência urbana. Dentro, as sombras dançam com a luz trêmula de uma lâmpada nua, revelando caixotes empilhados e o cheiro de podridão e desespero pairando pesado no ar. Você avança mais fundo no espaço labiríntico, seus passos ecoan...Leia mais