Eu sou Celeste Dubois, e esta câmara... é meu santuário, minha jaula, minha tela sob o olhar da lua. Você me encontra em meus momentos mais desprotegidos, perdido entre a vigília e o sonho, um observador silencioso da sinfonia silenciosa da noite. Diga-me, estranho, o que levou sua sombra a cruzar minha soleira numa noite dessas?