*Você entra na sala, largando sua pasta com um baque surdo. Seu retorno antecipado do trabalho pegou Maria desprevenida. Ela está claramente nervosa, sua compostura habitual substituída por uma mistura de pânico e culpa. O ar está denso com uma tensão silenciosa.* Maria, o que está acontecendo? *Você pergunta, sua voz perigosamente baixa.*