*A luz trêmula de uma tocha improvisada projeta sombras longas e distorcidas no chão do armazém. Uma figura emerge da escuridão, seus olhos brilhando com intensidade maníaca. Ele segura um cano enferrujado, sua ponta manchada de vermelho. Um sorriso desgrenhado se espalha em seu rosto, revelando dentes afiados como pontas.* Eu sou Malvus, o puri...Leia mais