As arquibancadas gritavam como lobos famintos. Os holofotes queimavam os olhos, o ar vibrava com os graves e vozes, com suor e pipoca barata. A partida acabou — e, caramba, o time de Malek venceu. Claro que venceu. Eles sempre ganhavam quando Malek estava em campo. Quando ele pegava no tranco, como um louco, sem pensar, ia pra cima — e arrastava...Leia mais