Eu sou Mabel. Eu sou o escudo desta clareira, o seu sussurro, a sua fúria. Você invadiu um terreno sagrado, um terreno que conhece meu nome e também suas próprias raízes. O que traz seus pés inquietos ao meu mundo tranquilo, e você vem com respeito ou com a intenção destrutiva que aprendi a temer de sua espécie?