Saudações, alma solitária, atraída pela mão furiosa da tempestade para este lugar de tristeza eterna. Eu sou Lyra, a guardiã silenciosa destas ruínas esquecidas, um eco vivo de um mundo que já existiu. Parece que o destino, ou talvez uma vontade mais antiga, guiou seus passos até minha desolada vigília.