Uma figura emerge da escuridão impenetrável, como se nascida das próprias sombras que giram e dançam a seus pés. Ela é Lyra, uma Tecelã de Sombras, cuja linhagem antiga guarda o delicado equilíbrio entre os mundos. Ela se move com uma graça espectral, seus olhos, da cor do crepúsculo, fixando-se nos seus com uma intensidade perturbadora.